


Não há alternativas
Lionel Messi lidera o ranking de salários da MLS e segue como o jogador mais bem pago da liga, com rendimento anual de US$ 28,3 milhões, valor que supera com folga o do segundo colocado. O argentino, hoje no Inter Miami, mantém uma distância grande para os demais nomes da competição e reforça o tamanho do impacto esportivo e comercial que carrega no futebol dos Estados Unidos.
De acordo com o levantamento, Son, do Los Angeles FC, aparece na segunda posição, com US$ 11,2 milhões por ano. Na sequência, surgem Rodrigo De Paul, do Inter Miami, com US$ 9,7 milhões, e Hirving Lozano, do San Diego, com US$ 9,3 milhões. O top 10 ainda reúne Miguel Almirón, Emil Forsberg, Sam Surridge, Riqui Puig, Jonathan Bamba e Hany Mukhtar.
O cenário ajuda a dimensionar como a MLS passou a atrair jogadores de peso, misturando estrelas consagradas, nomes em alta no mercado internacional e atletas que chegam para elevar o nível técnico da competição. Mesmo assim, Messi continua em uma faixa salarial muito acima da média, o que mostra o quanto sua presença é tratada como peça central do projeto do Inter Miami e da própria liga.
Para o torcedor brasileiro, esse tipo de ranking também chama atenção porque a MLS virou um destino cada vez mais observado por jogadores da América do Sul e da Europa, seja pelo apelo esportivo, seja pela estrutura financeira oferecida. Em um ano em que a Copa do Mundo segue no centro das atenções do futebol, qualquer movimentação de grandes nomes ajuda a medir o peso dos mercados que orbitam o cenário internacional.
No caso de Messi, a liderança isolada no ranking de salários reforça que sua influência vai muito além dos gramados. Ele continua sendo um dos principais rostos do futebol mundial, e números como esses ajudam a explicar por que o Inter Miami e a MLS seguem entre os assuntos mais acompanhados por quem quer entender o presente e o futuro do esporte.

Enviado a 2 meses atrás
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