


Não há alternativas
Em 2025, o Brasil alcançou um importante marco na política ambiental ao registrar a menor taxa de desmatamento da Amazônia desde 2008. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram devastados 5.013 km² de floresta ao longo do ano, representando uma queda de 17,4% em relação a 2024 e uma redução de 35,8% em comparação ao primeiro ano da atual administração de Luiz Inácio Lula da Silva. Esse resultado é um contraste significativo ao pico de 2022, quando, sob a presidência de Jair Bolsonaro, o desmatamento atingiu 12.479 km², o maior índice da série histórica.
A diminuição no desmatamento foi atribuída à reaplicação do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm) e ao fortalecimento das ações de fiscalização pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O governo federal comemorou esses números como um sinal da recuperação da política ambiental no país, enfatizando a importância dessas ações para a reabilitação da credibilidade do Brasil nas discussões globais sobre o clima.
Além disso, a realização da COP30 em Belém reforçou o compromisso do Brasil em ser um ator relevante nas negociações climáticas internacionais, promovendo um ambiente para debates sobre conservação e uso sustentável dos recursos naturais. A redução do desmatamento não é apenas um ganho ambiental, mas também um passo importante para a promoção da imagem do Brasil no exterior, refletindo uma nova abordagem frente a questões climáticas e ambientais.

Enviado a 7 meses atrás
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